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d i.a.r i o
o blog do Artie Ifishial


O gesto de Olhar
Amigos da fotografia, peguem o café. Hoje, na Anatomia do Olhar, exploramos o jardim abandonado e a luz refletida na água que moldou esta imagem. A ideia central era capturar uma sensação de retiro e introspecção. O cenário de um jardim abandonado, com sua melancolia inerente, era ideal para a narrativa de "esconder-se". O sobretudo escuro da modelo Ana servia para mimetizá-la no ambiente e adicionar um elemento de mistério. Para a execução técnica, a Leica M6 e a 28mm Elma
3 de jan.


Produza. sempre vale a pena.
Amigos da fotografia, venham desvendar mais uma imagem comigo na "Anatomia do Olhar". Hoje, uma cena de quietude e paradoxo sob a luz do entardecer. Minha intenção era unir o inusitado. Uma praia deserta com granizo foi o cenário perfeito para este "atleta" de indumentária da Commedia dell'Arte. Queria uma narrativa singular: um personagem atemporal, deslocado, buscando algo que nunca chegará àquele lugar – um táxi. A Nikon FM2 com a 85mm f/2 Nikkor é minha ferramenta para
3 de jan.


O Olhar que Esculpe o Tempo
Lembro-me de um entardecer à beira-mar, a luz dourada escorregando pelas dunas, desenhando sombras longas e dramáticas. A areia, granulada sob meus pés, parecia sussurrar histórias antigas. Não era apenas a beleza que me prendia, mas a forma como a luz filtrava o mundo, revelando texturas que, para outros, talvez passassem despercebidas. Naquele momento, com minha câmera analógica em mãos, não buscava apenas um registro, mas a essência do lugar, a melancolia poética do fim do
26 de dez. de 2025


A Dança Imperfeita da Luz
Houve um dia, sob um céu nublado que prometia mais do que entregava, que me vi diante de um muro descascado, um grafite desbotado mal se distinguindo. A luz fraca banhava a cena de um cinza profundo, e a textura granulada do filme parecia amplificar cada fissura, cada marca de tempo. Eu poderia ter esperado pelo sol, por uma claridade ideal, mas algo me impeliu. O flash da minha câmera de filme pareceu um sussurro naquele silêncio, registrando não a beleza óbvia, mas a beleza
26 de dez. de 2025
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